Marca Maxmeio

Jiqui, a extensão da minha casa

"Tenho um carinho todo especial pelo Jiqui, o qual considero cúmplice de minha vida, de muitas descobertas e do meu próprio crescimento"

Depoimento:

Tenho um carinho todo especial pelo Jiqui, o qual considero cúmplice de minha vida, de muitas descobertas e do meu próprio crescimento. Aos seis anos de idade, levada pelos meus pais, descobri a beleza desse clube campestre. Inúmeras recordações, principalmente da minha infância, passam pelo Jiqui. Em fotos antigas me transporto e me vejo num encantamento infantil pelos brinquedos do parque, pelas  piscinas, pelos grandes espaços arborizados para correr livremente. Relembro as caminhadas, explorando novos lugares, às invasões numas construções em demolição, que era parte da antiga sede. As brincadeiras corriam soltas e desimpedidas, as excursões por caminhos difíceis para a lagoa. Suas águas, hoje correndo tranquilas, testemunham, sem conseguir levar, momentos de grande emoção e felicidade com meus irmãos, Marília, Fernandinho e Marcelo.

O domingo era um dia esperado com muita ansiedade, pois trazia consigo a oportunidade de reencontrar os amigos para o jogo de vôlei, atirar com espingarda de ar comprimido, os passeios a cavalo, sempre organizados por Sr. Chico, e, indiscutivelmente, um dos melhores momentos de convivência familiar.

O clube com poucos sócios à época era um prolongamento de vários lares: o lar de Fernando Homem de Siqueira (meu pai), de Wilton Gama, de Laércio Guimarães, de Renato, de Prudêncio, de Kerginaldo Trigueiro, de Hitler e tantos outros fieis freqüentadores. Estes também se revezavam nos Conselhos Diretores e Deliberativos. Após alguns anos de sentida ausência, e já casada, o clube reapareceu em minha vida e espero, para nunca mais sair.

Dra. Marise M. Siqueira
Promotora Corregedora do Ministério Público do RN

« Voltar

Jiqui no facebook